Alimentação viva, do almoço até a sobremesa, é saborosa e favorece a cura

Os benefícios da alimentação viva ou crua já é alvo de muitas pesquisas e teses. Essa forma de se alimentar propõe um novo relacionamento com a comida. Segundo o especialista em Medicina Tradicional Chinesa e Chef Detox Internacional Elias Pereira, “a alimentação viva ou crua assegura uma verdadeira faxina no tubo digestivo, levando embora, junto com as fezes e demais formas de excreção, uma grande quantidade de toxinas e resíduos proporcionando alívio e leveza.”

Elias informa que os alimentos in natura e frescos são dotados de propriedades despoluidoras, depurativas e desintoxicantes, e dentro da alimentação viva eles até podem ser aquecidos porém, até a temperatura de 42 graus para não prejudicar as enzimas nutricionais dos alimentos.

O terapeuta Elias explica que a forma de preparação dos alimentos vivos é criativa, rápida e é possível servir refeições curativas para toda a família em pouco tempo. Ele ainda completa que essa alimentação é muito saborosa, basta ter as receitas que hoje estão disponibilizadas facilmente e também se informar mais sobre o assunto. Além de refeições para o almoço e jantar, essa alimentação inclui sobremesas, muitos doces, sucos e shakes, tudo preparado com alimentos frescos.

“Infelizmente, o hábito de incluir e consumir alimentos vivos tem diminuído nos últimos anos frente aos produtos industrializados, de rápida preparação, por serem acessíveis e até mesmo, por alguns serem econômicos. Porém, essa forma de se alimentar com produtos industrializados repletos de conservantes e saborizantes que viciam o paladar está longe de ser saudável”, diz Elias Pereira.

 “O consumo da dieta viva traz concentrações significativas de macronutrientes e micronutrientes, o que proporciona aporte nutricional adequado. Alimentos como tomate cru, verduras, suco de limão, legumes, grãos e sementes germinados quando consumidos da forma correta atendem todas as tabelas nutricionais e ainda trazem saúde e vitalidade”, completa Elias.

 Em 2006, o pesquisador Lenka J. Zajic realizou um estudo sobre a dieta de alimentos crus com 500 participantes consumidores destes alimentos. O estudo demonstrou que as pessoas que comiam alimentos crus (80% a 90% do prato) apresentaram melhorias significativas no índices de  imunidade, digestão, diminuíram ou extinguiram as alergias, baixaram o peso, as doenças. Outros benefícios constatados em vários outros estudos é a qualidade de vida obtida com o aumento da energia física, mais equilíbrio e bem-estar emocional e mental.

“Não parece haver dúvida de que, pelo menos inicialmente, comer uma dieta rica em alimentos crus pode reduzir ou curar muitos problemas de saúde”, afirmou o pesquisador Zajic.

Dieta crua dá mais energia

Estudos apontam que a alimentação crua – ou comida viva – aumenta a energia, já que os alimentos crus contêm enzimas e estas ajudam o corpo a fragmentar o alimento. Existem algumas razões para essa conclusão e uma delas é que o corpo não precisa gastar tanta energia para digerir o alimento cru, enquanto ocorre o contrário com o alimento submetido às altas temperaturas. Entre os adeptos da Crudoterapia ou “alimentação viva” pesquisados, a resistência cardiovascular melhorou em cerca de 67%.  Ocorreu também um aumento exponencial nos níveis de energia, de 31% para 88%, desde a mudança para a dieta com alimentos crus. Os participantes da pesquisa relataram níveis de energia “bons” ou “excelentes”.

 “Cada um de nós tem cerca de 75 trilhões de células no corpo. Toda célula depende de enzimas, que são proteínas de vida para funcionar de forma eficiente. Sem enzimas, todas as reações químicas do corpo são afetadas. Todos os tecidos, músculos, ossos, órgãos e células são executados por auxílio de enzimas, a natureza através da alimentação viva abastece o corpo de enzimas protetoras e regeneradoras, que controlam todo o sistema oxidante”, explica o terapeuta Elias Pereira.

O Chef Detox Internacional informa que a causa de muitas doenças está diretamente ligada com a dieta, uma revisão de 264 estudos científicos descobriu que comer vegetais ajuda a proteger contra cancro de estômago, esôfago, pulmão, boca, garganta, útero, pâncreas e cólon, e quanto mais porções ingeridas, melhor. O maior benefício vem da ingestão de vegetais crus e de preferência orgânicos: cenoura, alho, cebola, verduras de variedades crucíferas como brócolis, couve, agrião, nabo, repolho verde e roxo, entre outros.

Para ele, além do câncer, outras patologias poderiam ser evitadas e até mesmo curadas com a ingestão da dieta viva, como por exemplo, a pressão alta, tumores em geral, obesidade, depressão, entre outras. Alguns dos benefícios que a alimentação viva proporciona são: maior disposição física; qualidade do sono; entusiasmo em viver; redução de apetite para alimentos de difícil digestão e maior sensação de bem-estar.

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